Nova legislação dos suplementos

Um tema discutido há anos, a legislação dos suplementos alimentares afeta a todos, desde os fabricantes e o setor regulado até os consumidores e os profissionais da área.
 
Uma discussão polêmica, finalmente chegou ao fim. Hoje, a ANVISA aprovou o texto final que vem sendo discutido desde 2017, com contribuição de toda a população.
 
Tendência no mundo inteiro, os suplementos alimentares sofriam com uma legislação antiquada e inapropriada para o cenário atual. Além disso, o texto era desconexo, e diversos trechos de resoluções diferentes regiam uma mesma categoria, que ainda era enquadrada como “alimento”. O novo texto é extenso e engloba diversos pontos, sendo um importante marco na história do país, que após passar por consulta pública, foi finalmente aprovado pela diretoria da agência.

  

O que muda?

 
A ANVISA detalhou uma lista com cerca de 400 nutrientes que a partir da publicação do novo texto, serão considerados suplementos alimentares; a liberação de alguns aminoácidos de forma livre e o aumento dos limites de vitaminas e minerais estão entre as principais mudanças.
 
Infelizmente, aminoácidos consagrados no meio da suplementação ainda ficaram de fora. É o caso da beta-alanina e da citrulina. A GTN® vem trabalhando arduamente junto ao orgão em favor da liberação de alguns compostos importantes que não foram contemplados ainda.
 
Desde 2010, quando a creatina foi finalmente liberada no Brasil, temos buscado ativamente atualizações e maior flexibildiade na nossa legislação para acompanhar o resto do mundo. O texto final ainda será publicado.
  

Fique atento

 
Com a nova proposta de incluir aminoácidos de forma livre em algumas fórmulas, algumas empresas poderão optar por fraudar produtos proteicos com a técnica do amino spiking. Saiba mais em nosso artigo completo sobre isso.